Espanhol e inglês são os pares mais rápidos e mais baratos da tradução pública brasileira: a primeira página parte de R$ 100,00, as seguintes de R$ 25,00, com prazo padrão de 24 horas e opção de entrega no mesmo dia.
Dois fluxos bem diferentes, o mesmo par de idiomas
O espanhol tem uma característica que o inglês não tem: o volume corre nos dois sentidos com força parecida. De um lado, brasileiros levando documentos para a Espanha, Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, Colômbia ou México — estudo, trabalho, residência, nacionalidade.
Do outro, e essa é a metade que pouca gente considera, quem chega ao Brasil vindo de país hispanofalante e precisa que os documentos produzam efeitos aqui: regularização migratória, casamento no Brasil, matrícula em universidade, revalidação de diploma, inscrição em conselho profissional.
Os dois caminhos passam pelo mesmo instrumento — a tradução feita e assinada por tradutor público habilitado no par português–espanhol. A Privilège organiza o processo do envio à entrega.
Como o mesmo documento muda de nome em cada país
Essa é a confusão mais comum de quem traz documento hispanofalante, e vale conferir antes de enviar: o documento é o mesmo, o nome não. Os mais frequentes:
- Certidão de nascimento
- Aparece como partida de nacimiento na Argentina e no Uruguai, acta de nacimiento no México, certificado de nacimiento no Chile e na Colômbia, e certificación literal de nacimiento na Espanha.
- Certidão de casamento
- Costuma vir como acta de matrimonio, partida de matrimonio ou certificado de matrimonio, conforme o país emissor.
- Antecedentes criminais
- Certificado de antecedentes penales é o nome mais usado. Costuma ter validade curta — verifique o prazo antes de traduzir.
- Diploma e histórico
- Título universitario e certificado analítico ou historial académico. São a base de qualquer revalidação no Brasil.
- Documento de identidade
- DNI na Espanha e na Argentina, cédula de identidad em boa parte da América do Sul.
Espanhol da Espanha ou da América Latina: muda a tradução?
Não muda o profissional. O tradutor público é habilitado no par português–espanhol, e essa habilitação não se divide por país. O mesmo tradutor atende documento espanhol, argentino ou mexicano.
O que muda é a terminologia dentro do documento. Órgãos, cargos e tipos de registro têm nomes próprios em cada país, e a tradução precisa refletir a instituição que realmente emitiu o papel — não uma equivalente brasileira parecida. Um registro civil argentino e um registro civil espanhol não são a mesma instituição, e tratá-los como iguais empobreceria o documento.
Por isso a tradução mantém o nome original do órgão quando não há equivalente exato, com a explicação necessária. É o que permite à instituição de destino conferir o documento traduzido contra o original.
Documento em espanhol para usar no Brasil
Órgãos brasileiros em regra exigem que documento em idioma estrangeiro venha acompanhado de tradução feita por tradutor público. Vale para Polícia Federal em processo migratório, para cartório em casamento, para universidade em revalidação e para conselho profissional em inscrição.
Existem acordos entre países que simplificam certos trâmites, inclusive no Mercosul, e eles variam por tipo de documento e por órgão. Não afirmamos aqui o que se aplica ao seu caso: pergunte ao órgão que vai receber, porque é ele quem define o próprio requisito.
Além da tradução, o documento estrangeiro pode precisar de apostila ou legalização consular no país de origem. Essa etapa é anterior e independente da tradução — confirme antes de contratar, para não traduzir algo que ainda vai voltar para trás.
Revalidação de diploma e inscrição em conselho
É um dos usos mais frequentes deste par, e um dos que mais dão retrabalho quando mal preparados. Profissionais formados em países hispanofalantes que querem exercer no Brasil precisam passar pela revalidação do diploma na universidade e, em muitas profissões, pela inscrição no conselho de classe.
Os dois processos costumam pedir mais que o diploma: histórico acadêmico com as disciplinas e cargas horárias, ementas dos cursos e certidão de conclusão. Cada um desses documentos entra na conta da tradução, e o histórico costuma ser o mais longo — por isso o valor dele fica acima do de uma certidão comum.
Reúna a lista completa antes de começar. Traduzir um documento por vez, conforme a universidade vai pedindo, sai mais caro e mais lento do que enviar o conjunto de uma vez — e os documentos ficam com datas de tradução muito distantes entre si.
Envie o documento e veja valor e prazo na hora. Em espanhol, a primeira página parte de R$ 100,00 com entrega padrão em 24 horas.
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